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Vendas de imóveis sobem 5,4% no 1º semestre de 2026 e MCMV bate recorde: o efeito em Camboriú

Sobrados do Residencial Gênesis I no Santa Regina, em Camboriú SC, mercado aquecido pelas vendas de imóveis em 2026
Resumo rápido
  • 226.536 unidades vendidas de janeiro a junho de 2026, alta de 5,4% sobre 2025.
  • 113.676 unidades vendidas no 2º trimestre de 2026, alta de 5,3%.
  • 211.651 unidades lançadas no semestre, volume estável em relação a 2025.
  • Minha Casa Minha Vida respondeu por 58% dos lançamentos do 2º trimestre, maior participação desde 2019.
  • Região Sul: vendas do 2º trimestre em alta de 0,2%.

As vendas de imóveis novos no Brasil cresceram 5,4% no primeiro semestre de 2026, com 226.536 unidades comercializadas de janeiro a junho, contra 214.910 no mesmo período de 2025. Os dados são da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), divulgados em 24 de agosto de 2026. O levantamento também mostra o Minha Casa Minha Vida com participação recorde: o programa respondeu por 58% dos lançamentos do segundo trimestre, a maior fatia desde 2019. Para quem acompanha o mercado de Camboriú, os números ajudam a entender por que o momento é favorável para comprar.

O que mostram os números da CBIC?

Segundo a CBIC, o primeiro semestre de 2026 terminou com 226.536 unidades vendidas, alta de 5,4% em relação às 214.910 do mesmo período do ano anterior. O ritmo se manteve no segundo trimestre, com 113.676 unidades vendidas, avanço de 5,3% sobre o segundo trimestre de 2025.

Do lado da oferta, foram 211.651 unidades lançadas no semestre, um volume estável em relação a 2025. A combinação entre vendas em alta e lançamentos estáveis indica um mercado que está absorvendo bem o que chega às prateleiras — sinal de demanda firme por moradia no país.

Na Região Sul, as vendas do segundo trimestre de 2026 também ficaram no campo positivo, com alta de 0,2% sobre o mesmo trimestre de 2025, de acordo com a entidade.

O recorde do Minha Casa Minha Vida

O destaque do relatório é o Minha Casa Minha Vida. O programa respondeu por 58% dos lançamentos do segundo trimestre de 2026, a maior participação desde 2019, segundo a CBIC. É um retrato de um mercado cada vez mais voltado a imóveis de entrada, o que amplia o número de famílias que conseguem comprar o primeiro imóvel.

O recorde também diz muito sobre o comportamento das construtoras. Quando uma fatia tão grande dos lançamentos é direcionada ao programa, as incorporadoras sinalizam confiança na demanda de longo prazo por moradia acessível. Mais produtos de entrada chegando ao mercado significam mais opções para quem está saindo do aluguel e quer começar a construir patrimônio.

Por que vendas acima dos lançamentos favorecem quem compra?

Quando as vendas crescem e o volume de lançamentos se mantém estável, o estoque disponível tende a girar mais rápido. Para o comprador, isso significa duas coisas: as melhores unidades — andares, posições solares, plantas mais procuradas — costumam ser vendidas primeiro, e as condições de lançamento tendem a ser as mais interessantes do ciclo de um empreendimento.

Esse raciocínio vale especialmente para quem compra na planta. O conteúdo sobre quando começa a valorizar um lançamento explica em que momento da obra o preço costuma se mover, e o comparativo na planta ou pronto ajuda a decidir qual estágio combina com o seu objetivo.

Outro efeito de um mercado aquecido é a velocidade de decisão. Em fases de vendas fortes, tabelas de lançamento costumam ser reajustadas à medida que as unidades são comercializadas. Quem já fez a simulação de crédito e sabe exatamente o que busca consegue aproveitar as condições iniciais com mais tranquilidade, sem precisar decidir às pressas.

Como Camboriú se encaixa nesse cenário?

Camboriú reúne dois perfis de produto que conversam diretamente com os dados da CBIC. De um lado, lançamentos com preço de entrada acessível, que atendem o público que busca o primeiro imóvel. De outro, empreendimentos de padrão mais alto e casas prontas, para quem já está subindo de padrão. A cidade, colada a Balneário Camboriú, oferece as duas pontas em bairros residenciais com acesso à BR-101.

No portal, o Residencial Gênesis I, da Bless Incorporadora, no bairro Santa Regina, é um exemplo de produto pronto, com sobrados a partir de R$ 699.990,00. Já quem prefere entrar na planta encontra opções como o Solara Camboriú, no Tabuleiro, em pré-lançamento a partir de R$ 468.000,00. Os valores são os de partida publicados no portal e podem variar conforme unidade e condição comercial.

A diversidade de bairros também conta a favor. Tabuleiro e São Francisco de Assis concentram boa parte dos prédios novos, enquanto o Centro reúne comércio e serviços a pé e bairros como Santa Regina oferecem casas e sobrados em ruas mais tranquilas. Essa variedade permite que o comprador encontre em Camboriú o produto certo para o seu momento, seja o primeiro apartamento, seja a casa para a família crescer.

O que isso significa para quem quer comprar ou investir em Camboriú?

Para quem quer morar, o recado é que o mercado está ativo. Vendas crescendo em ritmo consistente, com lançamentos estáveis, costumam favorecer quem decide com antecedência e consegue escolher as melhores unidades nas fases iniciais. Em Camboriú, onde a oferta de entrada é ampla, esse movimento abre espaço para famílias que querem morar no litoral com um orçamento mais acessível.

Para quem investe, o dado mais relevante é a força da demanda. Um mercado que vende mais do que no ano anterior tende a sustentar preços e a dar liquidez para quem precisa revender no futuro. Somado ao peso recorde do Minha Casa Minha Vida, o cenário indica uma base crescente de compradores entrando no mercado — muitos deles, anos depois, trocando de imóvel e movimentando também o segmento médio.

Três cuidados ajudam a aproveitar o momento:

Quais indicadores acompanhar no segundo semestre?

Vale acompanhar os próximos relatórios da CBIC para ver se o ritmo de vendas do primeiro semestre se mantém e como evolui a participação do Minha Casa Minha Vida nos lançamentos. Esses números ajudam a medir o apetite do comprador em todo o país — e, por extensão, no litoral catarinense.

No plano local, o termômetro é o ritmo de lançamentos e de vendas dos próprios empreendimentos de Camboriú. Unidades que se esgotam rapidamente, novas fases sendo lançadas e construtoras ampliando a presença na cidade são sinais de um mercado saudável — e indicam onde a procura está mais concentrada.

Para decidir com segurança, o ideal é cruzar o cenário nacional com os dados locais de cada empreendimento. O portal organiza os lançamentos de Camboriú por bairro, preço e estágio de obra, e o atendimento pelo WhatsApp ajuda a encontrar as opções que fazem sentido para o seu objetivo.

Fonte: CBIC, 24 de agosto de 2026. Dados reproduzidos da reportagem original.

Perguntas Frequentes

Quanto cresceram as vendas de imóveis no 1º semestre de 2026?

Segundo a CBIC, foram 226.536 unidades vendidas de janeiro a junho de 2026, alta de 5,4% sobre as 214.910 do mesmo período de 2025.

Qual foi a participação do Minha Casa Minha Vida nos lançamentos?

O programa respondeu por 58% dos lançamentos do 2º trimestre de 2026, a maior participação desde 2019.

Como ficaram as vendas na Região Sul?

As vendas do 2º trimestre de 2026 na Região Sul tiveram alta de 0,2% em relação ao mesmo trimestre de 2025, de acordo com a CBIC.

Por que vendas em alta favorecem quem compra agora?

Com vendas crescendo e lançamentos estáveis, o estoque gira mais rápido e as melhores unidades costumam ser vendidas nas fases iniciais dos empreendimentos.

Camboriú tem opções de imóvel de entrada?

Sim. O portal lista empreendimentos como o Solara Camboriú, no Tabuleiro, em pré-lançamento a partir de R$ 468.000,00.

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