O Villaggio Di Pietra é um empreendimento da G-art Incorporações em construção na Rua Hercílio Zuchi, 63, no Centro de Camboriú. As unidades vão de 76 m² a 184 m², com 2 a 3 suítes e 1 a 2 vagas de garagem, distribuídas em 56 tipologias. A obra registra 12% de execução e a entrega está prevista para maio de 2029. O valor divulgado é de R$ 786.578,00.
A metragem máxima é o dado que define o projeto. Os 184 m² do Villaggio Di Pietra são a maior área entre os seis empreendimentos do Centro de Camboriú que estão em obra hoje — acima do Elysium Residence (160 m²), do Sunshine State Residence (143 m²) e do Parque Camboriú Bio Living (123 m²). Somado às 3 suítes no topo da faixa e à possibilidade de 2 vagas, o resultado é um produto de moradia definitiva para família formada, não de investimento em compacto. E a faixa larga, começando em 76 m² com 2 suítes, permite que o mesmo prédio atenda também o casal que quer o segundo dormitório em suíte sem saltar para uma metragem de mais de cem metros quadrados.
O condomínio previsto reúne piscina adulto e piscina infantil, academia, salão de festas, espaço gourmet, lounge, bar, estar social, hall de entrada decorado e mobiliado, elevador, interfone, internet e medidores de água, luz e gás individuais. A leitura desse conjunto é clara: a G-art concentrou a área comum em convivência — três ambientes distintos para receber (lounge, bar e estar social, além do salão de festas e do espaço gourmet) em vez de estruturas esportivas ou de bem-estar. Os medidores individuais são o item de efeito prático mais duradouro: fazem com que água, luz e gás sejam cobrados por consumo real de cada morador, e não por rateio no boleto do condomínio.
A lista de acabamento da unidade é uma das mais detalhadas entre os projetos em obra no Centro. Estão previstos porcelanato, acabamento em gesso, sacada com churrasqueira, closet, lavabo, banheiro social, infraestrutura para água quente com aquecimento a gás e gás individual, espera para split, hidrômetro individual, interfone e fechadura com senha na porta de entrada. Os ambientes previstos incluem living, sala de estar, sala de jantar, cozinha e área de serviço. Dois itens merecem destaque por raridade: o closet, que reforça a vocação de moradia definitiva das plantas maiores, e a fechadura com senha, que resolve a questão da chave física logo na porta de entrada. A espera para split e a infraestrutura de água quente já executadas evitam quebrar parede depois da mudança.
Com 12% de obra e chaves previstas para maio de 2029, o Villaggio Di Pietra tem o prazo mais longo entre os empreendimentos em construção no Centro de Camboriú — mais distante que o Villa Bella Cyntra Residence e o Saint John Residence, ambos com entrega em dezembro de 2028. Para quem compra, isso significa um período extenso de pagamento durante a obra e a necessidade de acompanhar o cronograma físico-financeiro de perto. Um ponto merece atenção prática: o portal dispõe de apenas 2 imagens do projeto, número bem abaixo do que outros lançamentos do bairro publicam. Na ausência de material visual, o memorial descritivo, as plantas das 56 tipologias e a visita ao estande passam a ser a única forma séria de avaliar o produto.
No preço, os R$ 786.578,00 ficam acima da mediana de R$ 719.000,00 do Centro e colocam o Villaggio Di Pietra na nona posição entre os onze empreendimentos do bairro com valor divulgado — um bairro cuja tabela vai de R$ 153.724,00, referente a terreno em loteamento, até R$ 3.350.000,00. Ou seja: o projeto está na parte alta da faixa, mas o que sustenta esse posicionamento é a metragem. Entre os 16 empreendimentos do Centro e as 14 construtoras que atuam ali, poucos oferecem simultaneamente 3 suítes, closet, lavabo e a possibilidade de 2 vagas.
Villaggio Di Pietra Elegância e Conforto em Camboriú — empreendimento em Centro, Camboriú/SC. Desenvolvido pela G-art Incorporações.







































Rua Hercílio Zuchi 63, Centro — Camboriú/SC
O Villaggio Di Pietra aparece nesta base a partir de R$ 786.578,00, valor que fica R$ 67.578,00 acima da mediana do Centro de Camboriú, hoje em R$ 719.000,00 — cerca de 9% a mais, pelo cálculo deste portal. Na ordenação por preço, ele ocupa a 9ª posição entre os 11 empreendimentos do bairro que divulgam valor, ou seja, está no terço mais caro do Centro.
A pergunta prática, então, é o que essa diferença compra. Duas variáveis explicam boa parte: a ficha registra de 76 a 184 m² e 2 a 3 suítes — o maior teto de metragem entre os apartamentos do Centro nesta base — e a entrega está marcada para Mai/2029, com obra em 12%. Preço acima da mediana, área acima da média do bairro e prazo longo formam um conjunto que serve para um perfil bem específico de comprador. É esse recorte que o texto abaixo examina.
O Centro reúne 16 empreendimentos no portal, dos quais 11 divulgam preço. Ordenados, esses valores vão de R$ 153.724,00 (um terreno) a R$ 3.350.000,00 (uma casa) — extremos que não servem de referência para apartamento. Olhando só o miolo da lista, a sequência é Villa Bella Cyntra em R$ 457.380,00, Sunset Hill em R$ 538.262,00, Elysium em R$ 630.000,00, Lumi/Roc em R$ 646.911,00, Sunshine State em R$ 719.000,00, Parque Camboriú Bio Living em R$ 749.826,00, Safira I em R$ 757.092,00, o Villaggio Di Pietra em R$ 786.578,00 e o Saint John em R$ 790.462,00.
Os vizinhos imediatos são próximos: o Safira I está R$ 29.486,00 abaixo e o Saint John apenas R$ 3.884,00 acima. Contra a mediana de toda a cidade, calculada sobre os 35 empreendimentos com preço divulgado (R$ 699.990,00), o Villaggio está R$ 86.588,00 acima. Não é um valor descolado do mercado local, mas também não é opção de entrada: quem procura o menor ticket do Centro encontra alternativas mais de R$ 300.000,00 abaixo.
Este é o ponto que mais pesa e o que menos aparece nos anúncios. Com entrega prevista para Mai/2029 e obra em 12%, o Villaggio tem o segundo prazo mais distante entre os 11 empreendimentos do Centro com preço divulgado — só o Safira I Residence, em Dez/2030, entrega depois. Para efeito de comparação, no mesmo bairro há produtos com entrega em Mar/2026 e Out/2027.
Prazo longo tem dois lados. A favor: o desembolso se distribui por mais anos, o que reduz a parcela mensal durante a obra e dá tempo para organizar a entrada do financiamento na chave. Contra: são mais anos de saldo devedor corrigido por índice setorial de construção, mais tempo sem uso ou sem locação do imóvel, e mais exposição a mudanças de plano de vida entre a assinatura e a entrega.
Antes de assinar qualquer coisa na planta, verifique o registro de incorporação no cartório de imóveis, exigência da Lei 4.591/64. É esse registro que dá segurança jurídica ao contrato de unidade futura e permite conferir memorial descritivo, cronograma e a quem pertence o terreno.
Entre os apartamentos do Centro nesta base, os tetos de área ficam em 160 m² no Elysium, 133 m² no Sunset Hill, 125 m² no Safira I e 123 m² no Parque Camboriú. Os 184 m² do Villaggio são o maior número da lista. Somados às 3 suítes na tipologia maior e às 56 configurações de planta registradas na ficha, o produto conversa com um comprador de família maior ou de segunda moradia ampla, e não com o público de studio e compacto que domina boa parte da oferta.
Duas ressalvas honestas. A primeira: o valor divulgado é ponto de partida de tabela e costuma corresponder à menor tipologia — quem quer os 184 m² precisa pedir a tabela unidade por unidade, porque o preço da maior planta não é o que está publicado. A segunda: metragem grande estreita o público de revenda. Há menos compradores para 184 m² do que para 70 m², e menos imóveis comparáveis no bairro para balizar o valor mais tarde.
Na faixa entre R$ 700.000,00 e R$ 800.000,00, o Centro tem quatro concorrentes diretos além dele: Sunshine State em R$ 719.000,00 com obra em 95% e entrega em Mar/2026, Parque Camboriú Bio Living em R$ 749.826,00 para Out/2027, Safira I em R$ 757.092,00 para Dez/2030 e Saint John em R$ 790.462,00 para Dez/2028. É uma faixa disputada, com 14 construtoras atuando no bairro.
Dentro desse grupo, o argumento do Villaggio é tipologia: 2 a 3 suítes e o teto de área mais alto. O argumento contra é o calendário — por preço praticamente igual, o comprador acha no mesmo bairro produto que entrega três anos antes. Quem valoriza chave rápida vai olhar para o outro lado da rua; quem quer planta grande em endereço central encontra pouca alternativa equivalente.
Um dado de contexto: a G-art Incorporações tem apenas este empreendimento cadastrado no portal. Não é demérito, é ausência de informação — e se resolve com pesquisa direta de obras já entregues pela empresa.
Fecha bem para quem quer morar no Centro em planta ampla, tem horizonte de 2029 e prefere pagar em prestações mais longas durante a obra em vez de assumir financiamento cheio agora. Fecha também para quem já mora na região, conhece a rua e está comprando para uso próprio de médio prazo, com filhos ou espaço de trabalho em casa.
Não fecha para quem precisa de imóvel disponível em até dois anos, para quem busca o menor valor de entrada do bairro ou para quem compra pensando exclusivamente em revender antes da entrega — cenário em que o prazo longo e a metragem alta jogam contra. Também não fecha para quem espera projeção de retorno: este portal não estima valorização nem rentabilidade de aluguel, e qualquer número desse tipo apresentado como certeza merece desconfiança.
A faixa do Villaggio Di Pietra vai de 76 m² a 184 m², com 2 a 3 suítes conforme a tipologia escolhida. Os 184 m² representam a maior metragem entre os empreendimentos do Centro de Camboriú que estão em obra atualmente. As plantas maiores concentram as 3 suítes, o closet e a opção de 2 vagas de garagem. São 56 tipologias cadastradas ao todo, então a distribuição de ambientes varia entre elas. Para receber a planta exata da unidade em negociação, fale pelo WhatsApp (47) 9.9170-2508.
O empreendimento prevê 1 a 2 vagas por unidade, variando conforme a tipologia. Em geral, as metragens maiores concentram a segunda vaga, mas isso precisa ser confirmado na planta específica que você está avaliando, não presumido pela área. Verifique também no contrato se a vaga é determinada, com localização definida em planta, ou indeterminada, sorteada na entrega — a diferença afeta o uso diário e a revenda. Confirme ainda se a vaga tem matrícula própria ou é vinculada à unidade.
A relação prevista inclui piscina adulto, piscina infantil, academia, salão de festas, espaço gourmet, lounge, bar, estar social, hall de entrada decorado e mobiliado, elevador, interfone, internet e medidores de água, luz e gás individuais. O conjunto privilegia ambientes de convivência: são cinco espaços distintos para receber. Os medidores individuais são o item de maior efeito no bolso, porque transferem água, luz e gás para o consumo real de cada morador em vez do rateio condominial. Peça a memória de cálculo da taxa de condomínio estimada antes de assinar.
O pacote previsto reúne porcelanato, acabamento em gesso, sacada com churrasqueira, closet, lavabo, banheiro social, infraestrutura para água quente com aquecimento a gás, gás individual, espera para split, hidrômetro individual, interfone e fechadura com senha na porta de entrada. Os ambientes contemplados são living, sala de estar, sala de jantar, cozinha e área de serviço. A espera para split e a infraestrutura de água quente já executadas dispensam quebra de parede após a mudança. O memorial descritivo detalha marcas e especificações de cada item e deve ser exigido antes da compra.
A obra registra 12% de execução, com entrega prevista para maio de 2029 — o prazo mais longo entre os empreendimentos em construção no Centro de Camboriú. Comprar nessa fase significa acompanhar a evolução por vários anos até as chaves. Solicite à G-art Incorporações o cronograma físico-financeiro atualizado, confira no contrato o prazo de tolerância previsto e quais são as consequências contratuais em caso de atraso. Vale também combinar uma periodicidade de envio de relatórios de obra durante o período de construção.
O material visual disponibilizado para este empreendimento é reduzido: são apenas 2 imagens, número bem abaixo do que outros lançamentos do Centro publicam. Isso não diz nada sobre a qualidade do projeto, mas muda o método de análise. Sem galeria ampla, a avaliação precisa se apoiar na planta da tipologia, no memorial descritivo e na visita presencial ao estande de vendas, na Rua Hercílio Zuchi, 63. Podemos solicitar à construtora o material completo de apresentação — chame no WhatsApp (47) 9.9170-2508.
Na compra na planta, o formato usual combina entrada, parcelas mensais durante a obra, reforços periódicos e saldo final quitado na entrega das chaves, geralmente via financiamento bancário. Como o Villaggio Di Pietra tem entrega prevista para maio de 2029, esse período de obra é longo e distribui os pagamentos em mais meses. Em contrapartida, os valores costumam ser corrigidos por índice da construção civil ao longo de todo o período. Peça a tabela completa com o índice de correção explicitado e simule o saldo devedor estimado na entrega.
Comece pela certidão de matrícula do terreno e pelo registro de incorporação, exigido pela Lei 4.591/64 para que unidades na planta possam ser comercializadas. Sem esse registro averbado, não há segurança jurídica na compra. Depois, leia o memorial descritivo, a minuta do contrato, a convenção de condomínio e o quadro de áreas da sua tipologia entre as 56 disponíveis. Verifique também certidões da G-art Incorporações. Para agendar visita ao estande ou receber a documentação para análise, use o WhatsApp (47) 9.9170-2508.
A mediana dos empreendimentos do Centro nesta base é de R$ 719.000,00, calculada sobre os 11 dos 16 cadastrados que divulgam valor. A faixa completa vai de R$ 153.724,00 a R$ 3.350.000,00, mas esses extremos incluem terreno e casa, categorias que não se comparam a apartamento. Considerando só os apartamentos, os valores publicados se concentram entre R$ 457.380,00 e R$ 790.462,00. Como cinco empreendimentos do bairro ainda não divulgaram preço, a mediana pode mudar conforme novas tabelas forem abertas.
Todo prazo longo carrega riscos que o comprador precisa dimensionar: atraso de cronograma, correção do saldo devedor por índice de construção ao longo dos anos e mudanças na própria vida financeira entre a assinatura e a chave. O que reduz esses riscos é objetivo: conferir o registro de incorporação no cartório, exigido pela Lei 4.591/64, ler o memorial descritivo, verificar entregas anteriores da construtora e simular a parcela final do financiamento com o valor já corrigido, não com o valor de hoje.
No Centro de Camboriú a distância entre o apartamento mais barato e o Villaggio Di Pietra é de R$ 329.198,00, pelo cálculo do portal sobre os valores publicados. O que costuma explicar diferenças desse tamanho é a combinação de metragem da unidade de entrada, número de suítes, prazo de entrega, padrão de acabamento, quantidade de itens de área comum e a localização exata dentro do bairro. Comparar preços sem olhar essas variáveis lado a lado leva a conclusões erradas nos dois sentidos.
Tende a ter público mais estreito, sim. Quanto maior a unidade, menor o número de compradores com renda compatível e menor a quantidade de imóveis parecidos para servir de referência de preço na negociação. No Centro de Camboriú, apenas um apartamento desta base passa dos 160 m² além do Villaggio Di Pietra. O outro lado é que menos oferta comparável também significa menos concorrência direta na hora de vender. É um trade-off, não uma desvantagem automática.
Não existe resposta genérica, e desconfie de quem der uma. O que dá para observar na base é que cinco dos 16 empreendimentos do Centro ainda não divulgaram preço, então novas tabelas devem entrar no mercado. Isso favorece quem tem tempo de esperar e comparar. Contra a espera pesam o custo do aluguel no período e a incerteza sobre condições de crédito futuras. A decisão depende do seu horizonte, da sua reserva e do uso pretendido — não de previsão de preço, que este portal não faz.
Avaliar o Villaggio Di Pietra é avaliar metragem. Os R$ 786.578,00 estão acima da mediana de R$ 719.000,00 do Centro de Camboriú, mas compram a maior área entre os projetos em obra do bairro: até 184 m², com 3 suítes, closet, lavabo, banheiro social e a possibilidade de 2 vagas. É produto de moradia definitiva, não de compacto para locação. Dois pontos exigem disciplina do comprador. O primeiro é o prazo: obra em 12% e chaves previstas só para maio de 2029, o horizonte mais longo entre os empreendimentos em construção no Centro. O segundo é a escassez de imagens divulgadas — com apenas 2 fotos no portal, planta, memorial descritivo e visita ao estande são obrigatórios antes de qualquer proposta.