Camboriú projeta arrecadação de R$ 600 milhões em 2026 e avalia zona de exportação
- Arrecadação de R$ 500 milhões em 2024, com projeção de R$ 600 milhões em 2026.
- Crescimento de 20% em dois anos.
- PIB estimado em R$ 2,7 bilhões, 39ª maior economia de Santa Catarina.
- Resultado atribuído à chegada de novas empresas e indústrias ao município.
- Município também avalia uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE).
Camboriú projeta uma arrecadação de R$ 600 milhões em 2026, ante R$ 500 milhões registrados em 2024 — um crescimento de 20% em dois anos. A informação é do Diarinho, em reportagem de 2 de abril de 2026, que também cita um PIB estimado em R$ 2,7 bilhões, o que colocaria Camboriú como a 39ª maior economia de Santa Catarina. Para quem acompanha o mercado imobiliário da cidade, são números que ajudam a entender o pano de fundo econômico por trás da demanda por moradia e investimento.
Arrecadação municipal em alta costuma se traduzir, com o tempo, em mais capacidade de investimento em infraestrutura, serviços públicos e obras — o tipo de ciclo que tende a reforçar a atratividade de uma cidade para quem já mora ali e para quem chega de fora.
O que explica o crescimento da arrecadação de Camboriú?
Segundo o Diarinho, o resultado é atribuído principalmente à chegada de novas empresas e indústrias ao município. Esse tipo de crescimento é diferente de uma arrecadação sustentada apenas por IPTU e ITBI de um mercado imobiliário aquecido: quando indústrias e empresas se instalam, a base de arrecadação se diversifica, somando ISS, taxas municipais e movimentação econômica mais ampla.
O salto de R$ 500 milhões para uma projeção de R$ 600 milhões em apenas dois anos representa um ritmo de crescimento superior ao de boa parte dos municípios catarinenses no mesmo período, segundo o contexto apresentado pela reportagem.
Por que o PIB de R$ 2,7 bilhões chama atenção
Ocupar a posição de 39ª maior economia de Santa Catarina é um indicador relevante para um município do porte de Camboriú, historicamente ofuscado, em termos de visibilidade, pela vizinha Balneário Camboriú. O PIB estimado em R$ 2,7 bilhões reflete não apenas o setor da construção civil, mas também a chegada de indústrias como a farmacêutica anunciada recentemente no bairro Rio do Meio.
Camboriú avalia criar uma Zona de Processamento de Exportação
A mesma reportagem do Diarinho traz outra informação relevante para o futuro econômico do município: está em estudo a criação de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE), modelo que oferece benefícios fiscais e logísticos para atrair indústrias voltadas à exportação. A proposta é somada a um complexo tecnológico também em planejamento, como parte da estratégia de diversificação econômica da cidade.
O que é uma ZPE e por que ela interessa a um município litorâneo
Zonas de Processamento de Exportação são áreas com regras alfandegárias e tributárias diferenciadas, criadas para atrair indústrias que produzem para o mercado externo. Municípios que sediam esse tipo de estrutura costumam se beneficiar de geração de empregos qualificados e de arrecadação adicional, mesmo sem depender diretamente do fluxo turístico. Para Camboriú, que já concentra boa infraestrutura logística por sua proximidade com a BR-101 e o Porto de Itajaí, a ideia surge como uma aposta de longo prazo.
Como esse crescimento econômico se conecta ao mercado imobiliário?
Cidades que diversificam a economia para além do turismo sazonal tendem a sustentar demanda por moradia ao longo do ano inteiro, não apenas em temporada de verão. A combinação de mais empregos formais, maior arrecadação e novos investimentos industriais — como a indústria farmacêutica do Rio do Meio e a geração recorde de empregos em 2025 — reforça a leitura de que Camboriú vem amadurecendo como cidade para morar, e não apenas como extensão de Balneário Camboriú.
Camboriú se compara a quais outras cidades da região?
Ocupar a 39ª posição entre as economias catarinenses coloca Camboriú em um patamar que muitos municípios do litoral sul e norte do estado ainda não alcançaram, mesmo alguns com população maior. Esse tipo de posição relativa costuma refletir não apenas o tamanho da economia local, mas também sua diversificação: municípios dependentes de um único setor tendem a ter desempenho mais instável ano a ano do que aqueles que combinam construção civil, indústria, comércio e serviços, como vem acontecendo em Camboriú. Esse tipo de leitura ajuda o comprador de imóvel a entender que está adquirindo patrimônio em uma cidade cuja base econômica não depende de um único ciclo, o que tende a reduzir a exposição do investimento a oscilações bruscas de um setor específico da economia, algo especialmente relevante para quem pensa em manter o imóvel por muitos anos.
O que isso significa para quem quer morar ou investir em Camboriú?
Para quem avalia comprar imóvel na cidade, indicadores econômicos como arrecadação e PIB em crescimento funcionam como sinal indireto de fôlego para investimento público em infraestrutura nos próximos anos. Para o investidor de longo prazo, a diversificação da economia — indo além da construção civil — tende a reduzir a dependência do mercado imobiliário em relação a um único setor, o que pode significar mais estabilidade de demanda ao longo dos ciclos econômicos.
Alguns pontos vale observar:
- Diversificação econômica: Camboriú deixa de depender só do setor imobiliário, com indústria e possível ZPE reforçando a base econômica.
- Efeito sobre serviços públicos: mais arrecadação tende a viabilizar mais investimento em infraestrutura ao longo dos próximos anos.
- Acompanhar o projeto da ZPE: ainda em estudo, sem cronograma definido segundo a reportagem.
Para uma visão mais ampla de por que o momento econômico favorece quem compra hoje, o guia por que investir em Camboriú reúne outros argumentos, e o panorama de tendências do mercado imobiliário em 2026 ajuda a contextualizar os números apresentados aqui.
Se você está avaliando um imóvel em Camboriú e quer entender o contexto econômico da cidade, o atendimento pelo WhatsApp pode ajudar a esclarecer dúvidas.
Fonte: Diarinho, 2 de abril de 2026. Dados reproduzidos da reportagem original.
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Perguntas Frequentes
Quanto Camboriú projeta arrecadar em 2026?
R$ 600 milhões, ante R$ 500 milhões em 2024, segundo reportagem do Diarinho de 2 de abril de 2026.
Qual o PIB estimado de Camboriú?
R$ 2,7 bilhões, o que colocaria o município como a 39ª maior economia de Santa Catarina.
A que se atribui o crescimento da arrecadação?
À chegada de novas empresas e indústrias ao município, segundo o Diarinho.
O que é a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) em estudo?
Um modelo de área com benefícios fiscais e logísticos para atrair indústrias voltadas à exportação, avaliado junto a um complexo tecnológico em planejamento.
A ZPE já tem previsão de implantação?
Não. A reportagem do Diarinho descreve o projeto como em estudo, sem cronograma definido.
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